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Quem somos

Uma iniciativa dedicada ao C-Level do setor público brasileiro

O NEXT C-LEVEL nasceu de uma constatação: a agenda digital do Estado brasileiro costuma ser cobrada apenas da área de tecnologia, quando depende também de quem responde pela política pública. Existimos para aproximar essas lideranças e dar a elas método para conduzir a transformação juntas.

Missão

Dar a quem decide a política pública a mesma segurança para decidir a tecnologia.

O dirigente finalístico não precisa virar técnico. Precisa de destreza de decisão, e destreza se ensina.

Visão

Um Estado em que a tecnologia obedece à política pública, e não o contrário.

Que toda agenda digital do Estado brasileiro tenha, ao lado da tecnologia, quem responde pelo serviço prestado ao cidadão.

Valores

Seis compromissos que orientam cada entrega

Não são frases de parede. São critérios que usamos para aceitar ou recusar um escopo, e para decidir o que entra e o que sai de um programa.

VALOR 01

O cidadão é o cliente final

Toda decisão de tecnologia é julgada pelo que muda na fila, no prazo e no acesso.

VALOR 02

Tecnologia é meio

Quando o digital vira o fim, o investimento cresce sem que o resultado apareça.

VALOR 03

Evidência antes de opinião

Sem linha de base, discussão sobre IA é troca de preferência pessoal.

VALOR 04

Capacidade instalada

O programa termina quando a organização não precisa mais de nós.

VALOR 05

Discrição institucional

O que entra na sala fica na sala. Caso publicado é caso anonimizado.

VALOR 06

Escala com consistência

Crescer sem perder a qualidade que a primeira turma recebeu.

Onde atuamos

Governo, em todas as suas camadas

Administração direta e indireta, agências reguladoras, autarquias, empresas públicas e governos estaduais. A sequência do método é a mesma; o ponto de entrada, o vocabulário e o ritmo mudam conforme o tipo de organização e o momento do ciclo institucional.

Base em Brasília, atuação nacional.

Como trabalhamos

Quatro princípios de execução

  • Começamos medindoNenhuma recomendação antes de uma linha de base. O diagnóstico não é formalidade: é o que separa o programa de uma opinião bem apresentada.
  • Trabalhamos sobre o caso realCada participante entra com um desafio da própria área e sai com ele estruturado. Não usamos estudo de caso genérico quando existe problema verdadeiro na sala.
  • Todo módulo entrega artefatoDocumento, protótipo, política, painel ou rito instalado. Algo que o dirigente consiga levar para uma reunião e defender.
  • Saímos de cenaO objetivo é capacidade instalada. Transferimos a facilitação, documentamos o método e deixamos a organização seguir sem nós.

Uma conversa antes de qualquer proposta.

Quarenta minutos costumam bastar para entender se o problema é de capacidade, de governança ou de formulação de demanda.