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Análises escritas por quem está dentro do problema: governo digital, governança de inteligência artificial, formulação de demanda e liderança pública.
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Toda organização pública tem lideranças finalísticas que respondem por uma política pública. Dar nome a essa função, e prepará-la para gerir valor público, é condição para que a transformação digital chegue à vida do cidadão.
Há mais de trinta anos, um professor de Harvard propôs que o dirigente público também cria valor, e que precisa prestar contas dele. O conceito cabe em um triângulo e ajuda a entender por que a transformação digital depende de propósito e de legitimidade, e não só de tecnologia.
A consolidação da plataforma nacional de serviços resolveu o problema do acesso. O próximo ciclo não é sobre onde o serviço está. É sobre o que ele decide sozinho, e sob qual governança.
Não é falta de orçamento, nem de fornecedor, nem de vontade. Na maior parte dos casos é uma falha na formulação da demanda, e ela nasce muito antes do primeiro edital.
Quase toda organização pública brasileira já tem inteligência artificial em uso. A maioria não sabe onde, por quem, com qual dado, e é por aí que a governança precisa começar.
Quase toda decisão de investimento em inteligência artificial no setor público é tomada sem linha de base. Sem saber de onde se parte, é impossível demonstrar que se chegou a algum lugar.

Livros
Um livro sobre o governo que a inteligência artificial torna possível. Outro sobre o que precisa ser decidido antes da primeira compra.

Na imprensa
Palestras, reconhecimentos institucionais, publicações acadêmicas e cobertura de imprensa sobre o trabalho dos founders.
Escrevemos pouco e denso. Mande uma mensagem e entramos em contato quando houver material novo.