Livros
Um descreve o destino: o Estado que a inteligência artificial torna possível. O outro descreve o controle: o que precisa ser decidido antes da primeira compra. Juntos, formam a base conceitual do programa.
Os governos digitalizaram milhares de serviços e, ainda assim, a confiança do cidadão não voltou. O livro explica por quê: o cidadão não compara o Estado com o Estado de ontem, compara com a melhor experiência digital que teve na véspera. E propõe o que falta ao framework de governo digital para fechar essa distância na era dos agentes de inteligência artificial. É, no fundo, a descrição do que o gestor público gostaria de ter ao final da própria transformação digital.
Para quem
Do livro Governo Digital Agêntico
A IA agêntica é o instrumento mais poderoso já disponível para atender o cidadão. Usá-la bem é uma escolha de gestão, não de tecnologia.
Fernando MitkiewiczLer sobre o livro
Lançamento previsto para 2026
A contraparte do primeiro livro. Se aquele descreve o destino, este trata do controle: o uso informal de IA fora do perímetro institucional, a responsabilidade nominal por decisões automatizadas, o papel do conselho e da alta administração, e o conjunto mínimo de decisões que precede qualquer investimento.
Para quem
Em preparação

Por que dois livros
O dirigente público precisa de duas coisas que raramente vêm no mesmo material: enxergar o destino com clareza suficiente para querer chegar lá, e saber o que precisa ser decidido antes de dar o primeiro passo.
O primeiro volume é o instrumento de visão. O segundo é o instrumento de governança. Nenhum deles é manual de ferramenta. Os dois foram escritos para durar além do ciclo da tecnologia da vez.
Os livros também integram o programa como material de apoio. Para organizações que contratam turmas, o kit pode ser incluído no escopo.